
is it my 𝔣𝔞𝔲𝔩𝔱 if i’m not 𝗴𝗼𝗼𝗱 at expressing? i’m a 𝙬𝙖𝙧𝙢 𝙜𝙞𝙧𝙡 in a 𝐜𝐨𝐥𝐝 𝐜𝐢𝐭𝐲. don’t say such 𝒔𝒂𝒅 things. i knew 𝘁𝗵𝗶𝘀 would happen. i thought things would 𝕢𝕦𝕚𝕖𝕥 down now. i won’t look back. 𝐝𝐨𝐧’𝐭 𝐥𝐨𝐰𝐞𝐫 𝐲𝐨𝐮𝐫 𝐡𝐞𝐚𝐫𝐭. I thought you would come from over there but another part of me knows you’ll 𝔩𝔢𝔞𝔳𝔢 some day. 𝒏𝒐𝒘 𝒊 𝒄𝒂𝒏 𝒕𝒆𝒍𝒍 𝒋𝒖𝒔𝒕 𝒃𝒚 𝒒𝒖𝒊𝒄𝒌𝒍𝒚 𝒍𝒐𝒐𝒌𝒊𝒏𝒈
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As-sarang - Odd Sense - Tumblr Blog



Tune in for Love 유열의 음악앨범 (2019)
as-yuno:
— Sarang-ssi! — Fez questão de emular o mesmo tom de falsa empolgação que notara na voz da menina. Os shots de soju que tomara previamente provavelmente somavam em cerca de duas garrafas, e agora tinha coragem o suficiente para tentar manter um diálogo com a namorada do garoto por quem supriu uma paixão não correspondida por alguns anos, esse era o assunto que corria não só pelos corredores da escola como agora o salão da casa abandonada. Sabia que muitos ali estavam de olho em si, esperando um ato falho para dar ainda mais material para falarem sobre, e agora estar se comunicando com a antagonista da situação com certeza atraia ainda mais atenção que sua camisa.
— Obrigado! Estou sim, não sabia que trariam tanta bebida assim. — Tentou focar em algum assunto aleatório para sustentar o papel de quem não se importava com a situação. — Ah, e adorei seu vestido também. — Sorriu enquanto a checava da cabeça aos pés, não fazia por mal, era costume. Fazia um mês desde que começaram o processo de renovação no visual de Sarang, inicialmente era divertido para Yuno ver a garota usando peças cafonas propositalmente, mas em algum momento desistiu da ideia e percebeu uma paixão por ajudá-la de verdade, e agora aquilo parecia estar surtindo algum efeito… Talvez aquele seria o assunto que devessem falar sobre hoje, afinal havia evitado as mensagens da menina desde que o escândalo se fez popular, tinha medo que desconfiasse que sua ideia inicial com tudo aquilo era sabotá-la em seu relacionamento com Leo. — Escolheu o modelo sozinha? — Aquilo soou mais shady do que gostaria.

‘ só sarang, por favor .’ não eram próximos, sabia, e não era como se a morena fosse um dos que necessitavam um tipo de adoração por terceiros, ou possuía o ímpeto de agradar, longe disso, a vulnerável realidade era que se tivesse a chance passaria de maneira minuscula aonde ia, naturalmente fechada, sarang preferia ser despercebida por terceiros, desconhecida, a atenção sempre a encabulava e qualquer interesse em si além de seu pequeno circulo de amigos a amedrontava. viver de maneira irrisória porém, parecia não ser sua benção, então a de lábios rosados apenas tentava se manter fiel a sua natureza, se é se sabia o que era isso. pelo jeito que as coisas iam, não parecia saber muito bem. a morena riu sincera ao ouvir as palavras do outro, ainda que fosse tão fácil rir com a cabeça um pouco mais leve e o gosto de álcool na língua ‘ em uma festa com as três turmas na lee é mais fácil faltar luz do que bebida ’ moveu-se ao pequeno freezer procurando a bebida sabor morango que havia comprado, abrindo a garrafa na mesa com facilidade devido a prática e tomando um gole. além de estacionamentos vazios e a praia, a casa lee era seu lugar mais frequentado quando a menor precisava de paz. irônico. esperava tudo aquilo não ser estranho pro mais novo, já que apenas podia imaginar o tipo de estresse que o moreno estava passado, algo lhe falava que mesmo acostumado com a atenção, aquele tipo, sem dúvida, não era requerida. a menina sabia que se não pelos drinks, a ideia de ir conversar com alguém que provavelmente não gostava de si lhe traria um ataque asmático depois de cinco anos. ‘ wae? yuno, você sabe de quem eu tive ajuda ’ de maneira tão natural como era, tomou um impulso para sentar em cima da mesa e a medida que o ouvia, bebia, sem fazer alguma de suas típicas caretas ou desviar a atenção, levou os dígitos cobertos de pequenos anéis aos fios, os bagunçando sem jeito. apesar de estar desacostumada pelo que usava e sentindo um grande julgamento do menino, decidiu não se importar, seguir sua natureza ‘ ele é tipo, incrível nesse tipo de coisa ’ comentou brincando enquanto balançava as coturnos fora da mesa, finalmente descontraída. aquela era a realidade, o moreno sabia de mais combinações do que a morena achava possível, e apesar de não se sentir exatamente confortável com as primeiras roupas, agora a menina gostava um pouco mais do que refletia o espelho, já que as dicas do outro acabavam em palavras, lhe dando uma liberdade maior para escolher peças que combinavam com seu estilo. sarang suspirou, deixando a postura cair depois de um longo gole ‘ yuno-ssi você me odeia? porque eu sei, sabe? tipo... sei sei. e eu não quero que você me odeie porque eu gosto de você mas tudo bem se você me odiar ’ o canal do bom senso entre a mente e os lábios tinha acabado a muito tempo atrás, e a choi não sabia mais o que falava. as expressões saiam rápido enquanto a feição mostrava uma careta quase cômica.










˙ ˖✶ ☾ ⦙ 𝐰𝐡𝐨 𝐰𝐨𝐮𝐥𝐝 𝐭𝐡𝐨𝐮𝐠𝐡𝐭 … 𝒄𝒉𝒐𝒊 𝒔𝒂𝒓𝒂𝒏𝒈 𝐭𝐨𝐨𝐤 𝐚 𝐛𝐫𝐞𝐚𝐤 𝐟𝐫𝐨𝐦 𝐰𝐨𝐫𝐤 𝐚𝐧𝐝 𝐰𝐞𝐧𝐭 𝐭𝐨 𝐭𝐡𝐞 𝖕𝖆𝖗𝖙𝖞 𝖆𝖙 𝖑𝖊𝖊’𝖘 𝖍𝖔𝖚𝖘𝖊
quando as 𝒕𝒓𝒆̂𝒔 𝒕𝒖𝒓𝒎𝒂𝒔 decidiram reviver as olimpíadas dos drinking games em cada cantinho da casa lee, sarang achou uma ideia idiota. depois de dois drinks, parecia interessante, e assim que foi decretado que os times não podiam ser compostos por pessoas da mesma classe, a coreana sabia diretamente pra onde ir. luca e sarang podiam ser classificados, ao mínimo, como uma dupla dinâmica perfeita, a semelhança entre os dois seres fazia a relação amistosa dos estudantes correr de maneira fácil e aprazível. quem diria que ser fechada ajudaria a fazer amizades? que os dois alunos eram ótimos no quesito dupla de estudos não era uma duvida. o desafio porém era o quão incríveis seriam como uma dupla de indivíduos alcoolizados com uma alta de taxa de competitividade e atividade cerebral. então ali eles estavam, no primeiro jogo, um clássico ordenado por alguns estudantes da sala C onde a dupla mais rápida triunfaria para próxima rodada. a morena se encontrava de frente pro tailandês, tentando permanecer séria ao tentar adivinhar qual tipo de personagem o outro havia escrito no papelzinho colado na sua festa, diferentemente do perfeito Jesus Christ que via escrito na própria caligrafia no papel na testa de @as-luca, parecia apropriado. se mais rápidos que as outras, cada um descobriria o que estavam escrito em seu papel e seguiriam a outro jogo. o maior problema era o shot toda vez que errava um palpite. tinham que ter calma e clareza, algo que era difícil quando jurava que os olhos escuros de luca estavam mudando de cor. ‘ok, seeee a gente reduzir pra 10 questões cada, cada uma levando 3 segundos. a gente pode acabar isso aqui em menos de cinco minutos e ir pro jogo de verdade ’ disse baixo apenas ao outro, semicerrando os olhos de maneira dramática ‘ hm eu sou uma mulher ? ’ perguntou rápida, esperando a resposta, e logo, a pergunta do outro.

𝒎𝒐𝒓𝒅𝒊𝒂 a bochecha com tanta força que já não sabia se doía ou não. a de cabelos negros tentava relaxar a medida que bebericava seu destilado barato sabor morango e ainda nem mesmo isso tornava suas expressões mais brandas. desde o momento que colocara a primeira gota de álcool em sua língua, tudo que queria fazer era ficar perto do namorado, beija-lo até esquecer como se respira, pra ser detalhista como gostava de ser. ora, festas como aquela era o único momento possível em qual podia agir como uma adolescente boba que as vezes desejava ser, esquecer os fardos que sabia que era nova de mais para ter. tendo ciência que o tempo em mãos não era o suficiente, a exasperação se dava ali. nunca ia em festas com leo, nunca se divertia igual ele. e bem, isso não a incomodava tanto. a questão porém era que no exato momento, enquanto hyuna tocava alto pela casa, a menor se sentia uma vela do próprio relacionamento. não a entenda mal, não era ciumenta. por favor, longe disso... ela apenas..... sentia falta do namorado no momento. havia se divertido sozinha pela casa também, e sabia do espirito livre do outro, nunca o prenderia, as vezes a única coisa que podia era admirar a alma solta, como fazia a cinco minutos atrás antes de ter que encarar alguém flertando com o moreno sem alguma vergonha na cara quando ela estava só alguns metros da li. sarangie cê ta bem ? de fundou, ouviu alguém perguntar enquanto encarava emburrada. não era ciumenta repetiu mentalmente para si. ciume é coisa de gente doida, completou em mente. eu to ótima. diferente de si, @as-leonardo era um serzinho social, fácil de interagir e divertido... e adorável. tinha muitos amigos, e a morena não se importava, nem mesmo quando esses amigos claramente jogavam o cabelo de uma forma extremamente exagerada ou se aproximava de mais ainda que o som não tivesse muito alto ou até mesmo quando esses amigos insistia em tocá-lo de maneira nada amigável. sentiu um liquido sujando lhe as mão, se dando conta que apertava o pobre copinho forte de mais. o álcool não apenas a convidava a expressar os sentimentos de forma tão pura, mas também senti-los de maneira tamanha. a pequena percebeu que não era obrigada, virando o que restava do liquido de uma vez só, terminando em uma careta, saindo do campo de visão de outrem o quanto antes. estava bêbada mas infelizmente não o bastante para causar uma cena

depois de seu quinto copo de uma mistura de sei-la-o-que, a coreana finalmente resolveu ir guardar o casacão duas vezes maior que o seu corpo. lembrava vagamente de ter prometido a si que não o tiraria devido a má escolha do vestido. além dos dias de fazer faxina em casa, nunca foi acostumada a mostrar tanta pele assim o vestidinho roxo foi um erro que fez quando achou que poderia usar algo tão curto sem se esconder atrás do primeiro pedaço de pano que via, porém o calor era pior. no caminho, pausou para retirar seu sexto copo, encontrando um menino moreno, tão bonito quanto a noite, no mesmo lugar. ‘ ah, oi yuno ’ a voz se tornou enrolada, somente pois tentava emular sobriedade que lhe faltava. aquilo era estranho ? esperava que não. por que seria? além do fato de não serem próximos e do boato que corria sobre o outro gostar de seu namorado? not awkward at all ! a menor não ligava pra esses tipo de coisa, diante da ansiedade crescente o moreno a odiar por alguma rasão, não ligava! nem mesmo estava ciente diante tudo aquilo antes de chegar na festa e veja bem, para uma fofoca chegar aos ouvidos de choi sarang, um dos seres mais alheios da vida social naquele colégio, a caminhada era longa. @as-yuno havia sido tão bondoso consigo da última que saíram, era tão bondoso, doce. tudo estava bem ! e nenhuma maneira melhor de mostrar isso ignorando do que ignorar tudo ! sarang bêbada e sarang sóbria sabiam disso. ‘ ta se divertindo? adorei a blusa...brilhante e tudo... ’ ta vendo, not awkward at all !

‘ waaa...você tem mesmo muitos talentos, woo. estou lisonjeada’ a mão passou pelos fios curtos, desacreditada com a habilidade do garoto. ou melhor, a falta dela. a menor sempre foi naturalmente alguém competitiva, claro, era fisicamente impossível dizer não a um desafio, especialmente com alguns shots de soju em sua cabecinha já confusa. quando abordada pelo antigo colega de classe, era obvio que não recusaria, a inesperada reputação icônica de jogos de festa teria de ser mantida. infelizmente, para a morena, aquilo não parecia tão difícil. sarang riu alto ao perceber a falha do rapaz, apoiando as duas palmas da mão na mesa onde seus copos se encontravam em uma perfeita pirâmide intocada, o canto dos lábios carnudos se repuxaram em um sorriso quase maldoso enquanto pegava a bolinha ‘ se você errar você não precisa beber, é só se você acertar um dos meus copos ’ disse séria e paciente, quase doce, enquanto brincava com o objeto em suas mãos ‘ se estivermos jogando a versão das crianças, claro ’ completou com o mesmo timbre, oferecendo um sorrisinho ao amigo. ‘ ok, woosunie, eu vou fazer só uma vez, presta atenção, só pra você ’ completou imitando os trejeitos do moreno e lançando o objeto de forma delicada, caindo perfeitamente em um dos copos do outro. os olhinhos formaram uma perfeita meia lua, ao comemorar com seu time, mandando um coraçãozinho com os dedos para o outro enquanto o esperava beber. sarang nunca achava que estava bêbada o suficiente, mesmo quando as ações claramente não condiziam com sua conduta sóbria. sim, conhecia o menino de antes, e tinha uma certa consideração pelo outro, mas nunca agiria como agia se não com a avó, o namorado, ou os melhores amigos, a menos que claro, estivesse bêbada.
A cabeça de Woosu rodava ao ponto de ele mal conseguir andar numa linha reta, mas o tatuador continuava agindo como se estivesse super bem, mesmo estando mais para lá do que para cá. Bom, ele ainda conseguia se manter de pé, e era isso que contava. Mas se já era ruim com mira sóbrio, imagina num estado daquele?
Os copos de cerveja já estavam posicionados em cima de uma mesa, e woosu brincava com a bolinha de ping-pong entre os dedos, objeto no qual ele nem sabia mais onde tinha encontrado, só sabia que estava com ele e assim ele tivera a ideia brilhante daquele jogo que ele sempre perdia.
❝— Ya, presta atenção, eu vou fazer só uma vez para você.❞ Piscou para @as-sarang e levantou as sobrancelhas duas vezes rapidamente. Fechou um dos olhos para tentar ajustar sua mira e ameaçou jogar a bolinha umas duas vezes. ❝— Eu nem sei qual é a regra disso aqui.❞ Falou, desfazendo toda a sua pose. ❝— Se eu acertar eu bebo do copo que eu acertei ou se eu errar que eu bebo?❞ Parou uns segundos para olhar para nada, confuso. ❝— Acho que se eu acertar você bebe, tá? Se não for assim eu decidi agora que é.❞ Concordou com a cabeça para si mesmo e finalmente jogou a bolinha, errando miseravelmente. ❝— Er… Sua vez, gata.❞
as-star:
Wah, nós temos tanta credibilidade assim? Se eu soubesse teria aproveitado bem mais, ou não, porque eu provavelmente ficaria me sentindo culpada por um bom tempo… E você nem sabe como! Todo mundo sempre cai nessa, às vezes eu me sinto triste por preocupar eles mas a cara de susto dos outros sempre compensa!

você nem imagina como, acho que deve ser um dos privilégios de carregar alguém dentro de você. os hormônios ficam todos alterados, é uma bagunça, ter cada pedido atendido deveria ser o mínimo, não acha? quer dizer, não todos, a unnie la do trabalho sismou em querer comer wasabi um dia, quase deu polícia e tudo. então aproveita enquanto pode, star, ’to te dando todo apoio, precisa nem ficar triste não, grávidas merecem todos os direitos do mundo it’s science !

as-kyungshim:

a montanha-russa de sentimento que se viu obrigada a enfrentar fez com que passasse de um riso para um franzir de cenho nada discreto. isso em questão de segundos. o que para uma kyungshim adolescente, com hormônios a flor da pele, mega impaciente, era extremamente frustrante. os seus lábios se aproximaram de um biquinho cheio de manha enquanto enfiava a garrafa na bolsa novamente ela se aproximava de sarang. às vezes esquecia que a outra podia ser bem o perfeito tipo turma b, mas ela tinha suas obrigações e não sabia deixá-las de lado, agindo responsavelmente, ugh. “estou sempre querendo embebedar alguém, normalmente sou só eu mesmo.” ainda tentou sorrir, mas estava tão decepcionada que nem mesma a brincadeira soara crível. então deixou a testa pousar no ombro da amiga e choramingou em um tom de voz alto. “e pra que você precisa de uma promoção?” perguntou, sem perceber o tamanho da besteira que dizia, ou melhor, chorava. “só um pooouquiiiinho!” insistiu, praticamente implorando pela companhia alheia. já era triste estar arrumando motivos para não ir para casa, só piorava o fato de que não teria a presença de sarang ao seu lado para que esquecesse do que passava. “ninguém vai perceber se você tomar só um pouquinho, nem cheiro vai dar para sentir.”
os olhos se abriram em surpresa por vê-la franzir. ‘ omo, kyungie, não fique chateada, por favor ’ pediu, tocando o rosto da menina sem jeito. parcela de si encontrava chocada pela reação da mais nova, não ocorreu a importância de evento tão rotineiro para a amiga. como alguém tão aflingida e sóbria em vista dos próprios dias, esquecia que o costume dos outros poderiam ser divertidos e agradáveis. as sobrancelhas da morena imitavam um perfeito “U” enquanto o coração quebrava um pouquinho ao observar a menina guardando a bebida, abatida. ao ouvir a graça da menina, percebeu. desconfiar era algo que sarang sabia fazer de melhor. questionar, no entanto, não fazia parte de sua personalidade. pelo menos, não mais. logo, quando viu a outra usar consigo algumas das táticas que frequentemente usava com os outros, apenas sorriu. talvez houvesse uma razão maior para chateação da menina. suspirou com ela, tombando a cabeça contra sua. ‘ para pagar nossas bebidas, duh. você não pode ficar arranjando bebida pra gente a vida inteira, aein, e não deveríamos tomar algo barato na nossa graduação, né? ’ disse, rindo levemente devido a ingenuidade da mais nova, mascarando totalmente o quão desesperada se encontrava por mais alguns centavos. talvez um dia, pensou, aquela seria sua preocupação primordial. ‘ mas nós podemos nos encontrar depois, o que acha? podemos passar naquela lojinha que vende aquela comida que você gosta e chamar o pessoal pra casa, mesmo que esteja um pouquinho tarde, o que me diz? ’ aquilo era raro no livro de regras bem seguidas de sarang, quebrar a rotina de estudos certamente lhe renderia uma dor de cabeça, porém ora, a madrugada era sempre onde se achava mais produtiva.

yah, é claro que eu acreditei, star-ssi, que tipo de pessoa eu seria de duvidar de uma gravida !? quando a unnie do restaurante ficou gravida aprendi da pior maneira que elas sempre estão certas... mesmo quando elas não estão. aposto que está adorando brincar com os outros assim ! pra sua informação... deveria ter tentado arranjar uma refeição na minha conta, eu cairia que nem uma patinha.

Não precisa se preocupar, não é como se minha bolsa fosse estourar a qualquer momento… Ou será que é? Bem que estou sentindo algo… Espera, calma, eu tô só brincando! você acreditou mesmo?

a tal ponto, a menor julgava seus dotes praticamente profissionais. A motivação porém, pintava a carranca atual no rostinho, agora menos vermelho, da coreana. Era irritadiço como a própria fisiologia a traia, as emoções que pareciam se acumular nas extremidades da feição, deixando seu nariz tão vermelho como do rudolph, a clássica rena do papai noel, lhe entregava de bandeja para o namorado. de nada adiantava falar que não se importava quando a cor de rosto naturalmente pálido, se assemelhava com a de um camarão. os dígitos fazia um trabalho cuidadoso, como sempre. a destra empunhava um pedaço pequeno de algodão qual tinha o trabalho de higienizar o corte. a careta de concentração era também perdida por aquela de cabelos curtos, ora aquela era uma parte muito importante da coisa toda, apesar de ser cheesy de mais para admitir, pela proximidade entre os rostos, a morena sabia que facilmente perderia o fio de seu dever. ‘ omo, omo ’ os olhinhos formaram uma meia lua perfeita ao ouvir o lamurio do outro, como se a mesma estivesse em dor, repetindo o próprio biquinho do namorado, em remissão. porém, claro, assim que o moreno ousou a falar, a carranca voltou, dessa vez, em desconfiança, querendo interromper as palavras do outro... só que com o olhar. ora, ficava nervosa só de pensar ! para alguém tão meticulosa e calma como sarang era um tanto quanto difícil entender as brigas que o moreno se metia. ‘ quieto ! ’ comentou paciente, genuinamente requisitando a pausa do garoto para poder limpar o cantinho do corte. ‘ e como foi que isso aconteceu? porque... bem eu não entendi como você passou para uma pessoa na sua, para uma com o rosto machucado.’ dizia descrente, em um misto de zelo e uma boa dose de indignação. Estava preocupada, mas não a ponto de deixar de dar-lhe uma bronca por ser tão pavio curto. sarang mordiscou a bochecha logo que descartou o pedaço de algodão, todavia a coreana permaneceu imóvel, ajoelhada entre as pernas do namorado, o fitando. droga, ele era adorável. e se mais doçura fosse posto nos olhos de sarang, sem dúvida transbordaria mel. embaraçoso. a menina então tratou de levantar, rápido, descartando os materiais que usou no lixo de seu banheiro ‘ porque claro hoje foi um corte na sobrancelha, mas você sabe os malucos que existem por ai? ’ a fala era tão veloz como as ações, enquanto procurava algum band-aid em suas gavetas. sabia que o garoto era grandinho porém, era matemática! de tanto acabar em brigas, um dia encontraria algum desses malucos por ai. o pensamento a irritava. e não sabia se culpava o coração mole na sina de seu nome, ou se outro havia a deixado assim. retornou a feição ao menino empunhando o único band-aid sem algum tema de suas gavetas. ‘ um pouco... você lembra da prova de bilogia que a gente tem amanhã? ’ a adolescente disse, já sabendo a resposta. ‘ don’t worry.’ sabia que ele não iria. Um sorriso dócil finalmente iluminou o rosto de sarang. ‘ agora se o senhor tem uma desculpa para isso ai, por favor... o tribunal está em sessão ‘
i swear it wasn’t me this time...
aquela não era a primeira briga do mês, mas a julgar pelas sobrancelhas franzidas da namorada que limpava o corte em sua sobrancelha, era melhor que fosse a última. resmungava dolorido toda vez que ela tocava o algodão no machucado, esticando o lábio inferior em um beicinho manhoso que estava servindo apenas para indicar que estava um pouquinho arrependido. —— não fui eu dessa vez —— começou, testando as águas. precisava convencê-la, ué. e nem era mentira, vai… —— é sério, ele me provocou e veio pra cima de mim… que que eu ia fazer? apanhar? —— pressionou a boca até que a carne esbranquiçasse, piscando os olhos na direção de sarang antes de soltar um suspiro leve. —— obrigado, amor. você tava ocupada quando eu te chamei? —— puxou a saliva entre os dentes logo que terminou a frase por conta da dor, distraindo-se desta observando a garota bonita que estava ajoelhada em sua frente.
@as-sarang
a fisionomia da garota quase inexistia, engolida por baixo do casaco surrado de lã azul, o corpo da morena se encontrava tão confortável como em um abraço. claro, nunca ousaria em exteriorizar o porquê de usar tanto tal casaco, se perguntassem, era pelo estilo ( ainda que fosse extremamente duvidoso o fato ser crível ), e não a afecção nostálgica e quentinha de usar algo de seu avô. buscando o caderno no meio da pequena bolsa de couro preta, percebeu a presença de figura dinâmica, imediatamente pausando as palavras altas de Morissey para escutar a razão dos sorrisos que kyungshim distribuía ‘ esta querendo me embebedar na kyungshim? por acaso não passo vergonha o suficiente quando sóbria? ’ a risada nasalada foi leve, sem alguma surpresa pelas aventuras da amiga. um momentinho passou e as sobrancelhas da morena se misturaram ‘ ya, espera, hoje não é segunda ? ’ o riso, dessa vez, foi solto, parcialmente incrédula. sarang sempre admirou espíritos livres, como o da morena ‘ mian, kyungie, você terá que achar outra paceira, acho que se chegasse no trabalho com vodca na cabeça era um maravilhoso tchau pra minha futura promoção, não é? ’ uma garota não podia lavar pratos para sempre... não é?


“olha o que eu consegui!” ela puxou animada a garrafa de dentro da mochila para expor ao outro; a bebida alcoólica, seus pais não podia nem sonhar que ela havia roubado. ainda assim, lá estava ela com aquele sorriso de quem ama aprontar no rosto. a saia do uniforme mal escondia as pernas roxas e quando ela pulou animada, até mesmo o hematoma mais escuro pode ser visto. ninguém estranharia mesmo, kyungshim não era conhecida por ser um anjo. “vamos!”


—-❛ Ah, aquela 𝒎𝒂𝒈𝒓𝒊𝒄𝒆𝒍𝒂 ali no canto é a Sarang, pode pedir a matéria que você perdeu pra ela, as roupas largas são só uma 𝐟𝐚𝐜𝐡𝐚𝐝𝐚 , ou 𝙚𝙨𝙩𝙞𝙡𝙤. ela na verdade 𝕤𝕖𝕞𝕡𝕣𝕖 tira nota boa, mas não abusa, ela não é muito do tipo de jogar conversa fora, bom, a não ser se você for no estacionamento daquela loja de conveniência, ela as vezes está la com os amigos. * ◝ ✦ ›
Sarang é a definição de garota indie no colegial. Aproveitando o de melhor do novo álbum do Neighborhood, e as roupas largas do The Smiths, a garota viveu seu colegial na dela, ora primeiramente não buscava gloria ou a popularidade, se isso existisse. A menina apenas queria que o dia acabasse logo, já que após a escola ia direto para o trabalho de garçonete e de la, cuidar da avó em casa, reservando as madrugadas para o estudo. Por isso mesmo não era difícil observar suas olheiras a quilômetros de distancia, mesmo nos risos raros que compartilhava com um seleto grupo de amigos.
Não passou muito tempo a receber elogios dos professores, rara alma entre a turma B, eles pensavam, esforçada. As oportunidades acadêmicas caiam no colo da morena, que bem, abraçou com toda a força do mundo.
Totalmente soft, a garota não media forças em ajudar terceiros pelo colégio,era o que verdadeiramente gostava, apesar de raramente criar laços, a morena podia ser vista por ai dividindo anotações, ou localizando alunos novos.
“So, if you are too tired to speak, sit next to me because I, too, am fluent in silence.”
— R. Arnold (via onlinecounsellingcollege)