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26. Meu espaço sem regra, livre e desbalizado. Por vezesExcertos de páginas perdidas.
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How Good Are Your Kisses?
How good are your kisses?
They'll make you wanna fuck me
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Em 17 de Dezembro de 1824 dizia Goethe ao chanceler Von Müller que «tudo o que o mundo do passado e do presente produziu» é propriedade legítima de quem escreve. «Só através da apropriação dos tesouros alheios se pode produzir uma grande obra». E pouco antes da sua morte, numa conversa em francês com Frédéric Soret (17 de Fevereiro de 1832), Goethe explica-se ainda melhor: «Que fiz eu? Recolhi e utilizei tudo o que ouvi e observei. As minhas obras são alimentadas por milhares de indivíduos, ignorantes e sábios, pessoas inteligentes e idiotas (...). Fiz muitas vezes a colheita do que outros semearam. A minha obra é a de um ser colectivo, assinada "Goethe".» Tudo encontrará, de facto, lugar nesta obra, em termos de formas poéticas (de Homero ao drama em prosa moderno), de figuras, de conteúdos humanos e de conhecimento.
Excerto da introdução de João Barreto, na edição portuguesa do livro 'Fausto' de Johann W. Goethe.
Lara, existirão tragédias que só possam ser boas, quando as imaginações e fantasias que as precedem nos parecem ser tão agradáveis prenúncios?